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Fazemos a instalação inteira.

Dimensionamento, estrutura, montagem dos painéis solares, cablagem, proteções, ligação ao quadro, instalação e configuração do inversor e das baterias, ensaio e entrega. Sem dividir a obra por empresas e sem passar a parte elétrica a ninguém.

O dimensionamento sai do seu telhado, não de uma tabela.

Vamos ao local antes de orçamentar, em qualquer dos concelhos onde trabalhamos, a partir de Moledo, na Lourinhã. Medimos o telhado, vemos a orientação e as sombras ao longo do dia, abrimos o quadro elétrico e vemos o que já lá está. Perguntamos o que consome mais em casa e a que horas, porque um sistema dimensionado para quem está fora o dia todo não é o mesmo que um sistema para quem está em casa.

Depois disso fazemos a proposta. Vai lá o dimensionamento explicado, o material identificado pela marca e pelo modelo, e as proteções listadas uma a uma. Entregamos com o sistema a produzir e com a lista do que foi instalado.

O que vai escrito na proposta.

Marcas
Inversores Victron Energy na maioria das obras, e Fronius ou SMA conforme o caso. Baterias NKON ESS, Gobel Power, Sunwoda ou Pylontech. Painéis solares TW Solar e DMEGC. O modelo concreto não sai de um catálogo nem de um hábito, sai do seu telhado e do seu consumo, e vai identificado pela marca e pelo modelo.
Prazo
Entre duas e quatro semanas, do dia em que aceita a proposta até ao sistema ligado e a funcionar. A montagem é a parte curta e previsível. O que faz variar é o material: não temos armazém, e o equipamento é encomendado para a sua obra depois de a proposta ser aceite.
Garantia
Cinco anos sobre os equipamentos e três sobre a instalação, contados da data da ligação. Cerca de um ano depois voltamos e fazemos a revisão ao sistema, sem custo. Os termos completos, com o que fica de fora, vão escritos na proposta.

As nossas respostas

São as perguntas da página inicial, respondidas. Leve-as aos outros orçamentos e compare.

Quem faz a ligação elétrica?

Fazemos nós a ligação elétrica, com a mesma equipa que dimensiona o sistema, passa os cabos, monta as proteções e configura o inversor.

Não há uma empresa para o telhado e outra para a eletricidade, nem alguém que aparece no fim para fazer a ligação e vai embora sem ter visto o resto da obra.

Que secção de cabo vai usar, e porquê?

A secção sai de uma conta, não de um hábito. Depende da corrente da string, do comprimento do percurso entre o telhado e o inversor, da temperatura a que o cabo vai trabalhar e da queda de tensão que aceitamos. Na proposta vai escrito o valor e vai escrita a razão.

Cabo a mais custa mais e não faz mal nenhum. Cabo a menos aquece, faz perder produção todos os dias e não dá sinal nenhum até dar.

Que proteções leva a instalação, antes e depois do inversor?

O lado contínuo e o lado alternado protegem-se de maneiras diferentes, e ambos precisam.

Entre os painéis e o inversor: seccionador, para se poder cortar o gerador em segurança, e proteção contra sobretensões, que é o que apanha o que vem da trovoada. Entre o inversor e o quadro da casa: disjuntor, diferencial e proteção contra sobretensões. E a ligação à terra da estrutura e do equipamento, que é a parte de que menos se fala e a primeira a faltar.

Na proposta vão identificadas uma a uma. Se comparar dois orçamentos e um deles não as mencionar, não é porque não são precisas.

Quem configura o inversor, e com que parâmetros?

Configuramos nós o inversor, e é a parte do trabalho que mais muda o resultado final.

Um inversor sai da caixa com valores de fábrica. Ligado assim, funciona. O que não faz é dar prioridade ao consumo da casa, gerir a carga e a descarga da bateria conforme os seus hábitos, nem respeitar os limites que a instalação tem. Isso configura-se, e configura-se depois de saber o que a casa consome e a que horas.

É também aqui que se limita a potência. Um inversor pode ter mais potência do que a que tem contratada, e faz sentido que tenha, porque a escolha do inversor segue o gerador e não o contrato. Nesse caso é parametrizado para não ultrapassar a potência contratada. Isto não é um acerto interno que fica entre nós: a limitação vai declarada no termo de responsabilidade que segue com a comunicação prévia à DGEG.

Que ensaios faz na entrega, e como é que eu sei que foram feitos?

Uma instalação acabada e uma instalação ensaiada não são a mesma coisa. Acabada quer dizer que está montada. Ensaiada quer dizer que alguém mediu e sabe que está bem.

Medimos quatro coisas antes de entregar. A ligação à terra, continuidade e resistência, que é a parte de que menos se fala e a primeira a faltar. A resistência de isolamento, dos dois lados do inversor, que é o que apanha um cabo ferido ou humidade numa ligação. A tensão e a corrente de cada string, que é o que confirma que estão todas a trabalhar e nenhuma ficou a puxar menos. E o disparo do diferencial.

A prova de que foram feitos não é uma folha que lhe damos na mão. É o termo de responsabilidade que segue com a comunicação prévia à DGEG e que fica na sua conta do portal para descarregar quando quiser. A conta é sua e a palavra-passe também: nós submetemos, o comprovativo fica consigo.

No dia da entrega deixamos ainda a aplicação de monitorização instalada e explicada, para poder ver a produção e o estado do sistema sem depender de nós para saber como está.

Se o sistema parar daqui a dois anos, com quem falo?

Fala connosco, e com as mesmas pessoas que fizeram a instalação. Somos poucos e não há um centro de assistência a quem passar a chamada. Quem atende o telefone tem acesso ao que foi instalado em sua casa, ao dimensionamento e à configuração que ficou no inversor.

E há prazos escritos, não só boa vontade. Cinco anos sobre os equipamentos, contra defeitos de fabrico e mau funcionamento, e três anos sobre a instalação, que é o nosso próprio trabalho e não o mínimo que a lei já obriga. Contam os dois da data da ligação, com o sistema a trabalhar.

Aciona-se por email e respondemos em 24 horas, a acusar a receção e a dizer o que se segue. Depois avaliamos e decidimos entre reparar no local ou substituir. Não prometemos prazo de reposição, porque depende da peça e do caso, e um prazo que não se cumpre vale menos do que a verdade dita à partida. Os termos completos, com o que fica de fora, vão escritos na proposta.

O que não fazemos.

Não somos empreiteiros. A comunicação da instalação à DGEG tratamos nós, e está descrita nas perguntas frequentes. Licenciamento de obra e alterações ao contrato com o seu comercializador não. Se o seu caso precisar disso, dizemos antes de orçamentar, e não a meio da obra.

Também não vendemos por telefone nem damos preços sem ver o local. Um número dado ao telefone não é um orçamento, é um palpite, e um palpite não se compara com nada.

Leve estas perguntas aos outros orçamentos.

E depois traga-nos o seu caso. Uma conversa por telefone ou por email, e se fizer sentido avançar, marcamos a visita técnica, que é gratuita.