Painéis solares nas Caldas da Rainha.
Instalamos painéis solares, inversores e baterias em moradias do concelho das Caldas da Rainha, da cidade à Foz do Arelho e a Alvorninha. Esta página tem o que é próprio daqui: quanto se produz, o que a câmara exige e como lá chegamos.
Quanto produz um sistema solar nas Caldas da Rainha?
Na cidade das Caldas da Rainha, cada kWp de painéis solares num telhado virado a sul produz cerca de 1 470 kWh por ano, segundo o PVGIS da Comissão Europeia. Um kWp são dois painéis solares de 500 W.
No concelho a diferença é pequena e troca de sinal com a estação. A Foz do Arelho dá 1 471 kWh por kWp no ano, mas menos em julho, 154 contra 156 na cidade. Alvorninha, para o interior, dá 1 458 no ano e é a que mais cai no inverno: 82 kWh por kWp em dezembro, contra 84 na cidade.
Os 8 a 16 painéis solares em que costuma cair uma moradia, entre 4 e 8 kWp, dão na cidade entre 5 900 e 11 700 kWh por ano.
Face a sul, um telhado virado a poente perde 16 % e um virado a nascente perde 20 %. São valores para 30 graus de inclinação e 14 % de perdas no sistema; o seu telhado tem a conta própria, e vai escrita na proposta.
Fonte: PVGIS, Comissão Europeia
É preciso licença da câmara para pôr painéis solares nas Caldas da Rainha?
Na maioria das moradias não é. Desde 01/10/2026, os painéis solares e as baterias de uma casa estão isentos de licença e de comunicação prévia à câmara, desde que não ocupem mais do que a área do telhado, não subam mais de 1 m acima da casa e, no caso das baterias, fiquem ocultas. Antes da comunicação à DGEG, a lei pede só uma notificação à câmara.
No centro histórico a regra é outra. A isenção não dispensa os planos municipais, e o plano de reabilitação do centro histórico, de 2023, que inclui o Parque D. Carlos I e o Hospital Termal, chama elemento dissonante a um painel solar visível da via pública. Pede que os painéis fiquem numa única água do telhado, complanares com ela e, se possível, sem se verem da rua. E proíbe elementos dissonantes nos imóveis de nível I e II do plano, que incluem todos os que estão nas zonas de proteção dos imóveis classificados.
O concelho tem 14 imóveis classificados ou em vias de classificação, entre eles a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, o Museu José Malhoa, o Chafariz das Cinco Bicas e o próprio Hospital e Parque Termal. À volta deles, por regra numa faixa de 50 m, a isenção não vale e mexer num telhado precisa de parecer prévio do património.
Na margem da Lagoa de Óbidos, na Foz do Arelho e no Nadadouro, as obras de alteração dependem de autorização das entidades competentes, e uma instalação pode cair aí.
Fontes: Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, arts. 6.º e 6.º-A, Diário da República; Plano de Pormenor de Reabilitação Urbana do Centro Histórico das Caldas da Rainha, arts. 20.º e 44.º; Lei n.º 107/2001, art. 43.º, Diário da República; Plano Diretor Municipal das Caldas da Rainha, art. 82.º-N
Como trabalhamos nas Caldas da Rainha
Estamos em Moledo, na Lourinhã, a 22,8 km do centro das Caldas da Rainha, cerca de 25 minutos de carro.
A visita técnica é gratuita, e quem vai ver o telhado é quem faz o orçamento e quem faz a instalação. A comunicação prévia à DGEG tratamos nós, incluída no preço.
O resto é igual em todo o concelho e em todo o país: o IVA, os apoios, a venda do excedente e o contador estão nas perguntas frequentes, com as fontes.
Fonte: OpenStreetMap
Tem uma moradia nas Caldas da Rainha?
Diga-nos onde fica e o que gasta. Marcamos a visita técnica, que é gratuita, e o orçamento vem por escrito.
Ou ligue910 587 910